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sábado, 27 de agosto de 2016

Aluguel sofre queda real de 12,84% em um ano



preço médio do aluguel de imóveis continua em queda no Brasil, o que significa que o poder de barganha segue nas mãos dos inquilinos. Em um ano, até julho, o custo de locação caiu 5,23%, segundo o Índice Fipezap de Locação, que acompanha a variação do aluguel em 11 cidades brasileiras.
Essa queda no valor de locação ficou muito abaixo do aumento generalizado dos preços, a inflação medida pelo IPCA, de 8,74% no mesmo período. Ou seja, a queda real do aluguel foi, em média, de 12,84% em um ano. Para chegar nesse resultado, a oscilação dos preços foi dividida pela variação da inflação.
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Em todas as cidades pesquisadas, a queda dos valores foi menor que a inflação nos últimos 12 meses. Desde o início do ano, o preço também caiu 2,44%, e entre junho e julho, se manteve praticamente estável, com uma pequena queda de 0,67%.
Curitiba foi a única cidade que teve aumento nominal de preços, sem comparar com a inflação. Veja o comportamento dos preços de aluguel em cada uma das 11 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap de Locação nos últimos 12 meses encerrados em julho:

Confira também a variação dos preços em 2016 e no mês de julho:

Os preços em cada cidade
O preço médio do metro quadrado anunciado para locação nas 11 cidades pesquisadas em julho foi de 30,24 reais por mês. Veja na tabela abaixo o preço médio de locação do metro quadrado anunciado em cada cidade em julho:

A rentabilidade para locadores
A rentabilidade média anual que os proprietários de imóveis terão com os aluguéis a receber nos próximos 12 meses será de 4,4%. Esse retorno é calculado pelo Índice FipeZap de Locação por meio da divisão do valor do metro quadrado de locação mensal pelo valor de venda, multiplicado por 12.
Veja a seguir as rentabilidades médias de locação que os proprietários de imóveis terão nos próximos 12 meses nas 11 cidades pesquisadas:
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Verdade ou mito: Os alimentos perdem nutrientes ao serem aquecidos no microondas?

Fazer comida no micro-ondas é pior do que ferver ou fritar?
Image copyrightTHINKSTOCK
Image captionFazer comida no micro-ondas é pior do que ferver ou fritar?
Basta uma busca rápida na internet para encontrar sites e blogs que garantem que o uso do microondas faz mal à saúde e resulta na perda de vitaminas e nutrientes dos alimentos.
Mas essa ideia de que o microondas é pior do que outras formas de cozinhar não tem base científica, explica o programa da BBC Trust Me, I’m a Doctor (em tradução livre, Confie em mim, sou médico).
O microondas cozinha os alimentos usando ondas de energia semelhantes às de rádio, porém mais curtas.

Seletivas, essas ondas afetam sobretudo a água e outras moléculas assimétricas eletricamente: carregadas positivamente em um extremo e negativamente no outro.
As microondas fazem com que essas moléculas vibrem e gerem calor, que rapidamente se estende às moléculas próximas para esquentar e cozinhar a comida.
Esse processo pode afetar as vitaminas e nutrientes dos alimentos, mas essas mudanças não são exclusivas do microondas, e sim resultado do processo de aquecimento.
Quando se esquenta a comida, algumas vitaminas - como a C - se decompõem, explica a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, em seu site sobre medicina e saúde.
Mas isso acontece independentemente de se o alimento é esquentado em forno convencional, no fogão ou no microondas.
Uma forma de manter nutrientes é picar alimentos logo antes de cozinharImage copyrightTHINKSTOCK
Image captionUma forma de manter nutrientes é picar alimentos logo antes de cozinhar
As proteínas também se “desnaturalizam” (ou seja, se decompõe e às vezes perdem suas propriedades) quando são esquentadas, por qualquer meio.
Mas como os tempos de preparo são mais curtos, cozinhar com microondas de fato ajuda a preservar a vitamina C e outros nutrientes.
Cozinhar com água
Os nutrientes dos alimentos também se perdem quando a comida é cozida com água.

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Diversos estudos científicos concluíram que ao ferver as verduras, boa parte de seus nutrientes se solta na água.
A vitamina C e muitas das vitaminas B, como a B6 e a B12, são mais vulneráveis porque são solúveis em água.
E normalmente essa água não é aproveitada, mas descartada – o que faz com que os nutrientes também se percam.
A perda de nutrientes durante a fervura é maior do que em outras técnicas, como o microondas, a fritura ou o vapor.
Ferver verduras faz com que nutrientes fiquem na águaImage copyrightTHINKSTOCK
Image captionFerver verduras faz com que nutrientes fiquem na água
Então a melhor forma de reter as vitaminas e os nutrientes dos alimentos ao cozinhá-los é usar tempos curtos, que limitem a exposição ao calor, e um método de cozinhar que use menos líquido.
Um artigo publicado em 2009 no Journal of Food Science concluiu, por exemplo, que o microondas mantém melhor os níveis de antioxidantes de alimentos como feijão, aspargos e cebola do que a fervura, o cozimento na panela de pressão ou o forno.
Mas se o que mais te preocupa é manter o valor nutritivo dos alimentos, o melhor é cozinhar no vapor.
Além disso, há outros passos que você pode fazer para conservar ao máximo o valor nutritivo dos alimentos.


Conselhos úteis para impedir a perda de nutrientes ao cozinhar

  • Descascar e cortar o alimento logo antes de preparar ou consumir
  • Lavar de forma rápida antes de cozinhar
  • Empregar formas de cozimento em que a água e o alimento entrem em contato o mínimo possível
  • Esperar que a água ferva completamente para submergir o alimento, já que isso reduzirá o tempo de cozimento necessário
  • Cozinhar hortaliças al dente e esfriá-las após cozinhar, para preservar suas vitaminas
  • Aproveitar a água das verduras cozidas para fazer outros alimentos, como sopas
  • Evitar armazenar frutas e hortaliças por muito tempo na geladeira
  • Acrescentar vinagre ou suco de limão, que contribuem para a conservação das vitaminas e absorção de alguns minerais, como o ferro
Fonte: Fundação Espanhola de Dentistas e Nutricionistas e Associação para a Promoção do Consumo de Frutas e Hortaliças “5 al dia”, da Espanha

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Com quarto embaixo d’agua ,confira o design e arquitetura do Iate flutante “Cavalo marinho”



A construtora dos Emirados Árabes Kleindienst apresenta os luxuosos iates flutuantes batizados de “cavalo-marinho”, são cerca de 40 unidades das construções aquáticas já em fase de produção nos Emirados Árabes, com previsão de entrega em outubro deste ano.
As acomodações inusitadas podem ser customizadas, colocando as áreas ao ar livre sobre o nível do mar ou superior, e elegendo acabamentos diversos para concluí-lo. Cada iate pode se estender a até 400 metros de altura, divididos em até três andares, com automação de uma casa inteligente. São compostos por sala de estar, sala de jantar, cozinha, mini bar, jacuzzi e quartos que podem ser adaptados ao gosto do comprador. O grand finale é o andar submerso, onde as duas suítes têm vista para o fundo do mar com direito a jardim acoplado e também há um quarto no andar superior com vista para as estrelas. Vai ser difícil escolher onde passar a noite. Confira!!






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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Taxa de condomínio proporcional a tamanho de imóvel causa insatisfação

Cobrança pode ter critério definido em convenção de condomínio

Segundo especialistas, acordo e até ações judiciais podem alterar cobranças

RIO - O primeiro tópico do artigo 1.336 do Código Civil é simples e direto: estabelece como dever do condômino “contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção”. Mas o que cabe nessas poucas linhas não é suficiente para evitar muita confusão entre vizinhos. Não faltam moradores insatisfeitos com o critério recomendado ou a definição prevista nas suas respectivas convenções. E é aí que começa um cabo de guerra, cujo embate, muitas vezes, vai parar na Justiça.O advogado Valter Vivas, que presta atendimento jurídico à administradora de condomínios e imóveis Apsa, afirma que, apesar da existência da lei, não há muita segurança quando o assunto é a taxa que cabe à cada unidade. Como ele observa, já existem muitas ações judiciais em curso, e começa-se a pensar em construir novos parâmetros.


— O problema surge do conceito de fração ideal. Diferentemente do que muitos pensam, não se refere apenas à metragem. As incorporadoras, ao criarem seus memoriais e registros, estipulavam as frações ideais de cada unidade de acordo com o valor do imóvel em si. Antigamente, por exemplo, muitas coberturas não eram valorizadas. Existiam neste andar casas funcionais de zelador. O valor da fração ideal poderia ser, então, por um imóvel ser de frente ou em andares mais altos, por exemplo. Não era apenas o tamanho que definia — comenta Vivas.

  • A todo momento, imóveis são vendidos e comprados, mas o que acaba se tornando um problema é a falta de cuidado na hora da negociação.

  • EM BUSCA DE TAXAS MAIS JUSTAS
    O advogado Arnon Velmovitsky, especialista em direito imobiliário, também reconhece que o critério legal, que é aquele presente na convenção, nem sempre é o mais justo.
    — É o caso de um prédio de cinco apartamentos, no qual a cobertura tenha uma fração ideal de 2/6 e o critério de cobrança leve em consideração justamente esta proporção. Se mora apenas uma pessoa ali e nos demais apartamentos vivem seis, o morador da cobertura pagará um condomínio equivalente ao dobro das demais unidades, ainda que e a utilização referente ao seu imóvel seja a que menos gastos traz para o condomínio, já que o consumo de água e energia é muito menor — exemplifica o advogado.
    É justamente este o raciocínio da médica Luciana Nicodemus. Ela mora em uma das 48 coberturas num condomínio de 144 unidades em Petrópolis.
    — Acho errado, porque a gente não usa o dobro dos recursos nas áreas comuns em comparação ao restante dos moradores. Uso a academia e a pista de caminhada igual a todos. Acho que seria justo pagar proporcionalmente apenas gastos que, de fato, são maiores, como uma pintura externa, já que tenho dois andares — defende.
    Como os moradores dessas áreas são minoria no condomínio, Luciana afirma que eles nunca conseguiram votar uma alteração para que a taxa fosse calculada sobre novas proporções.
    — Sempre que tocava neste assunto durante as reuniões, as pessoas ficavam apreensivas, pois temiam um aumento nas taxas — diz.

    ACORDO NA JUSTIÇA
    Se uma discussão dessas rende pano para manga numa reunião de condomínio, na Justiça não é diferente. Por isso, como avisa o advogado Renato Anet, quem estiver disposto a levar um caso desses às últimas consequências precisa ter paciência.

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    — Costumam ser processos muito longos. O caso exigirá, por exemplo, uma prova pericial para comprovar como as despesas que geram o rateio são consumidas igualmente. E como não é um processo muito comum, ainda não existe um histórico de casos anteriores que possam nortear os novos. Isso mudaria se o Superior Tribunal de Justiça batesse o martelo em uma decisão, fazendo com que pudesse ser aproveitada como base para outras — prevê Anet.
    O morador de um prédio de cinco unidades em Ipanema, que prefere não se identificar, vivenciou uma discussão deste tipo na Justiça. Como um dos apartamentos era um triplex e o responsável pagava a mesma taxa que todo mundo, ele e outros moradores quiseram que isso fosse revisto.
    — Convoquei uma assembleia e, com a maioria favorável, decidimos que o morador do triplex deveria pagar uma taxa compatível com o tamanho do imóvel. Ele teria, então, um aumento de aproximadamente 150% na despesa. Mas o proprietário recorreu na Justiça e, no meio do caminho, fizemos um acordo, fixando um reajuste de 80% na parte dele — relata.
    Segundo o advogado André Luiz Junqueira, autor do livro “Condomínios - direitos e deveres”, há casos em que moradores conseguiram até mesmo receber pagamento retroativo após acionarem a Justiça. Um deles aconteceu também em Ipanema, quando o proprietário de uma cobertura não concordou em pagar mais até do que outras coberturas do mesmo prédio.
    — Ele moveu uma ação e passou a pagar o mesmo que as outras unidades com o mesmo perfil. Além disso, teve o direito de receber tudo o que pagou a mais nos cinco anos anteriores. A convenção havia sido definida legalmente, mas o Judiciário não entendeu porque ele pagava a mais e anulou o que havia sido definido — relata.
    A administradora Selma Fonseca participou ativamente de uma discussão sobre a cobrança de condomínio por fração ideal no prédio onde reside, no Recreio. A taxa já era definida sob este critério, mas não abrangia as áreas ampliadas. Alguns residentes, então, pediram que esses espaços fossem incorporados ao cálculo.
    — Fizemos um trabalho para mostrar a todos como as áreas ampliadas não faziam parte da área comum. E, no nosso caso, já tínhamos a cobrança do consumo de água feita individualmente, o que torna essa visualização muito mais fácil. Todos os argumentos foram apresentados juntamente com um parecer jurídico, o que reforçou a confiança das pessoas. Todos entenderam os argumentos, e seguimos vivendo em paz — comemora ela.
    Moradora de uma das coberturas, Selma paga conforme a proporção do primeiro pavimento. Se o segundo fosse incorporado ao cálculo, ela teria um aumento de 70% na taxa de aproximadamente R$ 1.300 que paga mensalmente.
    — Uma conversa amigável, com bons argumentos, é sempre o melhor caminho — conclui.

    Descontada a inflação, queda foi de 2,62% de janeiro a março. Em 12 meses, índice subiu 0,53%, menor alta da série histórica. O ...


    ÂNIMOS CONTROLADOS
    Segundo o advogado André Luiz Junqueira, a história de Selma é um ótimo exemplo para quem busca uma solução.
    — A dica é tentar discutir em assembleia, levando suas razões, sem achar que o outro está te roubando — recomenda ele, dizendo que este é um pensamento recorrente entre as pessoas que sentem em desvantagem. — Não havendo acordo, aí, sim, pode ser o momento de buscar o Judiciário.
    Mas, antes disso, como Junqueira lembra, há outro recurso capaz de solucionar o problema: a Câmara de Mediação do Sindicato da Habitação (Secovi).
    — Percebemos que muitos problemas não são resolvidos em reuniões de condomínio por causa do calor da emoção. Na câmara de negociação, a presença de um mediador e de um número reduzido de pessoas pode fazer com que os argumentos fiquem mais claros. E isso pode representar uma economia de tempo e dinheiro, ao evitar uma ação no Judiciário — afirma o advogado.

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    Valor médio do aluguel no Rio é o mais baixo em, pelo menos, quatro anos

    Estabilidade nos valores começa a aparecer, segundo especialistas 
    Segundo levantamento de site imobiliário, preço chegou a R$ 33,99 em junho 

    Além do aumento da disponibilidade de imóveis para locação, também podemos notar um aumento da oferta de aluguéis mais baratos — analisa o diretor do VivaReal, Lucas Vargas. — Este cenário, somado à maior flexibilidade de negociação proporcionada pela instabilidade da economia, é o que ajuda a diminuir o valor médio.
    A última pesquisa do VivaReal também identificou que o aluguel apresentou desvalorização nominal de 17,1% no final do segundo trimestre de 2016, quando comparado com o mesmo período no ano passado. E, considerando a inflação, os preços tiveram queda real de 26,1%
    Como lembra o professor de Economia da Faculdade Mackenzie, Marcelo Anache, nos últimos quatro anos, os preços sofreram um aumento exagerado, alimentados pela euforia em torno dos grandes eventos que tiveram a cidade como destino, como Copa e Olimpíada.



    FESTA DOS INQUILINOS
    — O país estava em evidência, com destaque para o Rio, e um ciclo de investimentos começou fervilhar. Agora, isso chega ao fim, com a crise de setores diretamente relacionados à economia da cidade, como a Petrobras, além do encolhimento dos principais indicadores de de atividade, como emprego e consumo — comenta ele sobre os aspectos por trás das mudanças no mercado. — Além disso, houve a redução no crédito para a compra de imóveis. Os proprietários, então, desistiram da venda e passaram a preferir o aluguel, aumentando a oferta.
    Para os inquilinos que vivenciaram o auge da coqueluche imobiliária carioca, o cenário proporcionou um alívio nas finanças. Além dos preços naturalmente mais baixos, eles ganharam um alto poder de negociação com os proprietários. É o caso do médico Eduardo Falcão, que acabou de assinar um contrato de 30 meses por um apartamento de dois quartos na Tijuca.
    — Foram três meses de pesquisa e, no fim do processo, percebi que os preços estavam mais baixos e os proprietários mais abertos à negociação do que no começo do processo. Fechei um aluguel de R$ 1.900, R$ 300 a menos do que a oferta inicial. Foi exatamente o que pedi — comemora.
    O momento também é bom para quem está prestes a renovar o contrato. Com jeitinho, dá até para conseguir uma redução no valor do aluguel. É o que afirma a diretora-executiva da Nova Aliança, Tassiana Cardoso Guimarães.

  • Duas grandes empresas da construção civil se uniram para criar um lugar único na Barra da Tijuca, totalmente sustentável, sem precedente...
  • — É interessante que os proprietários cedam um pouco, para não correrem o risco de perder aquele cliente. Muitos já têm a consciência de que não conseguirão alugar novamente pelo mesmo valor — diz ela. — Quem não se adequar aos novos preços periga ficar muito tempo com o imóvel vazio. Aí o prejuízo pode ser alto. Tenho uma cliente que alugava um apartamento de 90m² em Botafogo por R$ 4 mil e, após a entrega pelo inquilino, baixou para R$ 3 mil. Com isso, conseguiu alugar em apenas duas semanas.
    Mesmo com a queda nos valores, há imobiliária comemorando os contratos fechados. A Renascença contabilizou um aumento de 18% nos negócios neste segundo trimestre, em comparação com o mesmo período no ano passado.
    — O mercado está aquecido. Estamos fazendo mais negócios, só que com valores menores. Se antes a gente alugava cem imóveis por R$ 1.500, hoje alugamos 120 por R$ 1.380 — exemplifica o vice-presidente da administradora, Alexandre Parente.


    ESTRATÉGIAS DE VENDA
    Para dar mais gás aos negócios, a empresa também tem lançado mão de estratégias para atrair os clientes, como feirões e diminuição da burocracia na hora de fechar negócio.
    — Instruímos nossos locatários a dar brindes, como abonar um mês de aluguel, e levamos isso para um feirão. Foi um sucesso — conta ele.
    Já para os proprietários, que só vêm os preços caírem nos últimos anos, parece que finalmente chegou a luz no fim do túnel. Segundo os especialistas, a tendência, agora, é estabilizar.
    — Percebemos um aumento em investimentos internacionais e até um cenário em que as incorporadoras já acham que poderão voltar a lançar no fim do ano — comenta o CEO do VivaReal, Lucas Vargas. — Além disso, a tendência no último trimestre no Rio foi de estabilização dos indicadores.
    O economista da Fipe, Eduardo Zylberstjan, também vislumbra certa estabilidade.
    — A gente consegue ver alguns poucos sinais de interrupção na piora, embora ainda não perceba sinal de uma recuperação mais firme — avalia.
    Segundo ele, entretanto, nada disso significa que os preços chegarão aos mesmos valores registrados antes da alta.
    — Não acho que a gente terá uma redução como aconteceu em outros países, que sofreram com graves crises imobiliárias. Apostar que teremos uma volta a preços de 2007 e 2008 é arriscado. Não vejo justificativa para isso, pelo menos, por enquanto — finaliza.


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