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GUIA DE COMPRA DE IMÓVEL
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sexta-feira, 11 de abril de 2014

11 dicas rápidas para para quem quer comprar imóvel na planta

Veja os cuidados que você deve ter para se proteger dos riscos de comprar um imóvel na planta

Construção de obra da Tenda
A compra de um imóvel na planta envolve uma série de riscos e deixa muita gente insegura. Atrasos na entrega não são raros, a dívida pode crescer acima do esperado e a construtora pode até falir.
Em função disso, o advogado Marcelo Tapai, especialista em direito imobiliário, listou os 11 principais cuidados que você deve ter ao comprar um imóvel na planta:
1 Saiba quanto você pode pagar:
Os financiamentos não podem comprometer mais de 30% da sua renda. Assim se você já tiver outro empréstimo ou financiamento, sua capacidade de pagamento fica reduzida.
Antes mesmo de procurar o imóvel, simule nos bancos quanto você realmente poderia assumir de parcelas por mês e qual limite que o banco libera para financiar. Isso vai evitar que você perca seu tempo com empreendimentos que não cabem no seu bolso.
2 Lembre-se de que o imóvel vai ficar mais caro até ficar pronto:
Durante a construção – antes de você assumir o financiamento no banco, portanto – as parcelas pagas à construtora não sofrem a incidência de juros, mas sofrem correção pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), o índice de inflação do setor de construção civil.
Portanto, aquele valor inicial indicado no contrato vai aumentar até o imóvel ficar pronto e você passar o financiamento para o banco. Segundo Marcelo Tapai, em alguns casos a propriedade chega a ficar 20% mais cara.
Se a entrega do imóvel atrasar, o imóvel continuará sendo corrigido pelo INCC até que ele fique pronto e você possa começar seu financiamento com o banco. De acordo com Tapai, isso é ilegal, mas essa situação só é revertida mediante ação judicial.
3 Cuidado com as propagandas de “parcelas baixas, que cabem no seu bolso”:
Parcelas muito pequenas no decorrer das obras significam que o saldo a financiar quando o imóvel ficar pronto será muito grande. Só que é possível que, quando chegar a época de financiar, o comprador não tenha renda suficiente para conseguir um financiamento.
4 Verifique se você tem crédito pré-aprovado no banco:
Antes de assinar contrato, faça uma análise de crédito com alguns bancos e verifique se você tem o financiamento pré-aprovado. Segundo Tapai, nem todas as construtoras são criteriosas, tampouco explicam para os clientes que o banco pode negar o financiamento.
Se isso ocorrer, o comprador pode ficar sem o imóvel e ainda perder tudo o que já pagou, pois as construtoras se negam a devolver 100% do valor já pago, diz o advogado.
Segundo ele, no entanto, o comprador pode recuperar pelo menos 80% do valor já pago se entrar na Justiça se tiver de abrir mão da compra por negativa de crédito; já se a obra atrasar e o consumidor quiser desistir da compra, ele pode pleitear a recuperação de 100% dos valores.
5 Cheque se a construtora é idônea:
Analise o histórico da empresa, reclamações em sites especializados e no Procon e busque no site do Tribunal de Justiça se a empresa está sendo processada.
Procure conversar com donos de imóveis construídos por aquela construtora para saber se a entrega ocorreu no prazo acordado ou se houve algum outro tipo de problema.
6 Verifique a documentação do imóvel:
Cheque se a incorporação foi devidamente registrada no cartório de Registro de Imóveis e observe o memorial descritivo do empreendimento. Nele constam informações fundamentais sobre o imóvel e sobre o que será entregue, como metragem, características e materiais.
7 Guarde folhetos de propaganda e rascunhos do corretor:
Esses documentos podem ser provas importantes em caso de processo judicial contra a construtora, caso isso se faça necessário.
Segundo Tapai, há construtoras que chegam a prometer carro e eletrodomésticos no folheto, mas depois não cumprem a promessa. Ou então dizem que o imóvel terá churrasqueira, mas o entregam sem essa facilidade.
8 Descubra se há problemas com a Prefeitura:
Procure a Prefeitura para saber se o imóvel pode ser atingido por um projeto de desapropriação para alguma obra pública ou ainda se o terreno está contaminado.
De acordo com o advogado, mesmo que o solo tenha sido tratado, se a contaminação constar na matrícula, isso pode desvalorizar o imóvel caso você queira vendê-lo futuramente.
9 Não condicione a entrega do imóvel a algum compromisso:
Não planeje casamento, venda de outro imóvel ou qualquer outro compromisso grande em função da data de previsão de entrega do imóvel.
Pode haver atraso na obra, e as próprias construtoras preveem, em contrato, a possibilidade de atrasar ou adiantar a entrega em até 180 dias.
Acredite: as duas situações podem ocorrer. Em alguns casos, o atraso supera os 180 dias. Embora seja possível conseguir ressarcimento na Justiça, a falta do imóvel na data desejada não pode ser compensada, e você não terá opção senão esperar que ele fique pronto ou desistir da compra.
10 Cuidado com as cobranças indevidas:
As taxas Sati e de corretagem podem ser consideradas abusivas, diz Marcelo Tapai. A primeira remunera um serviço de análise de documentos oferecido pela construtora, mas não pode ser obrigatória.
Segundo o advogado, analisar documentos faz parte do trabalho da vendedora, e a indicação de um advogado da empresa para assessorar o comprador é um contrassenso, pois há conflito de interesses. A taxa Sati, portanto, só pode ser opcional.
Já a taxa de corretagem não poderia ser cobrada porque quem deve remunerar o corretor é a própria construtora. Para Tapai, se o consumidor foi ao estande de vendas por vontade própria e não escolheu por quem seria atendido, a construtora é que deve remunerar o corretor, uma vez que é a sua contratante.
11 Não compre o imóvel no dia em que for conhecer o projeto:
As empresas devem fornecer cópias dos contratos para leitura antes de eles serem assinados, então o aconselhável é ler atentamente todos os documentos antes de tomar qualquer decisão. Em caso de dúvidas, consulte um advogado de sua confiança.
Tapai recomenda ainda que o comprador projete a evolução da dívida com a correção média dos últimos anos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Alugar mansão para Carnaval e Copa sai mais barato que hotel

Mansões no Rio de Janeiro são alugadas a 50 mil reais por 15 dias durante a Copa e acomodam 25 pessoas, resultando em diária de 133 reais por pessoa

Casa no Intanhangá, na zona oeste do Rio de Janeiro
Mansão no Intanhangá, no Rio, acomoda 20 pessoas e é alugada por 15 mil reais no Carnaval, ou por 50 mil reais por 15 dias durante a Copa

Alugar uma mansão e dividir as diárias com amigos pode ser uma opção mais barata do que a estadia em hotéis durante as altas temporadas de Carnaval e da Copa do Mundo na cidade do Rio de Janeiro.
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Imobiliárias especializadas em negociações de casas de alto padrão nas regiões da Barra, Recreio, Itanhangá e Joatinga, informam que imóveis que acomodam de 15 a 30 pessoas são alugados por cerca de 50 mil reais por 15 dias, durante a Copa do Mundo, ou por cerca de 15 mil reais por sete dias na semana do Carnaval. 
Uma casa disponível para locação na imobiliária, por exemplo, acomoda 25 pessoas e é alugada por 50 mil reais por 15 dias. São 3,3 mil reais por dia ou 133 reais por pessoa (caso 25 pessoas rateiem a diária).
Outra opção ainda é uma mansão que acomoda 30 pessoas e é alugada por 25 mil reais na semana do Carnaval. Tarifa que, se dividida por 30, resulta em uma diária de 119 reais.
São valores bastante inferiores aos cobrados em hotéis. Segundo pesquisa do Trivago, site especializado em comparações preços de acomodações, o valor médio da diária de hotel no Rio de Janeiro para qualquer noite de junho antes do início da Copa é de 430 reais em média. Já durante a Copa, a tarifa média salta para 1.142 reais.
Aroldo Santana, sócio da Special Places, afirma que as mansões costumam ser locadas por proprietários que querem lucrar com seus imóveis parados enquanto não conseguem vendê-los. Elas se localizam principalmente na zona oeste do Rio, no bairro de Itanhangá e na Praia da Joatinga, ambas regiões nobres da cidade. 
"Em mansões do Itanhangá e da Joatinga há piscinas maravilhosas, vistas incríveis do mar e de cartões postais da cidade, como a Pedra da Gávea, jacuzzis, natureza e até cascatas", afirma o sócio da Special Places.
Para ele, com os altos preços de outras opções de estadia na temporada, como hotéis e imóveis menores, a procura por mansões deve aumentar não só no Carnaval, na Copa, mas também em outros feriados e períodos de alta temporada. 
Vale pesar
Apesar de todo o conforto e da possível economia em relação a outras estadias, o turista deve pesar se não se importa em ficar em regiões mais afastadas ao considerar alugar uma mansão.
De Itanhangá ao Maracanã, o trajeto de carro demora cerca de 40 minutos, sem considerar o trânsito, segundo consulta feita no Google Maps. E de Joatinga, o percurso até o estádio dura cerca de 30 minutos, também de carro e sem considerar o trânsito.
Além disso, vale ressaltar que os hotéis oferecem alguns mimos que a estadia em uma casa não proporciona sem custos adicionais, como os serviços de limpeza, concierge e café da manhã, que em muitos hotéis é incluído no custo da diária. Fonte: exame.com






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Cidade americana vira símbolo de sustentabilidade

Dubuque, em Iowa, conseguiu reduzir em 11% seu consumo de energia
Nuvem aproxima fãs do Australian Open
Centro de Dubuque, nos EUA: exemplo de cidade sustentável

Com cerca de 95 000 habitantes, a pequena Dubuque, no estado de Iowa, vem se destacando como uma das cidades mais sustentáveis dos Estados Unidos. Tudo começou em 2005, quando o prefeito Roy Buol convocou a população a participar de um programa para reduzir os impactos ambientais na região. Ao trazer empresários, religiosos e educadores para junto de si, a intenção do político foi não só unir a população como criar um grupo capaz de intervir caso interesses políticos se sobrepusessem ao objetivo do programa. 

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O primeiro passo da iniciativa para poupar recursos foi dar aos moradores da cidade uma noção precisa de consumo. Isso foi possível graças à contratação de uma plataforma em nuvem, por meio da qual todos passaram a ter acesso, em tempo real, ao consumo de água nas residências. Ao chamar a atenção para o desperdício e alertar a população para vazamentos, a medida conseguiu reduzir em 7% o consumo de água.

Quem gasta mais
Algoritmos baseados em nuvem também ajudaram a prefeitura a gerir a energia usada por cerca de 1 000 residências. Para chamar a atenção para o programa, empresas da região lançaram uma competição na qual os moradores puderam, por meio de uma rede social integrada à solução, dividir e comparar os seus padrões de consumo com parentes e amigos. Resultado: uma redução de 11% nos gastos com energia.

Transporte público
O projeto sustentável de Dubuque – considerada a melhor cidade americana de pequeno porte para se criar uma família – também considerou a reestruturação do sistema de transporte público. Para melhorar o fluxo das vias, especialistas desenvolveram um método que capta os dados de celulares, aparelhos GPSs e sistemas de cobrança de tarifas para traçar um panorama, em tempo real, do trânsito em toda a cidade. 

Com esses dados em mãos, os governantes conseguem traçar decisões táticas, como remanejar a rota dos ônibus para evitar a lentidão. Hoje, os moradores de Dubuque levam, em média, 16 minutos para se descolar de casa ao trabalho. “Temos visto inúmeros exemplos de jovens que voltaram a Dubuque depois de formados e ficaram tão deslumbrados com o que viram que decidiram ficar”, diz Buol. “É esse ciclo virtuoso baseado na qualidade de vida que forma uma comunidade sustentável.”











Pure Inspiration é viver cercado de muito verde e água, num paisagismo exuberante, com riachos encantadores. É ter vista para a magnífica lagoa de Jacarepaguá com a liberdade de mais de 10 mil m² de área de lazer. É ter todo conforto, modernidade e qualidade de vida que você e sua família merecem. É viver em lugar inspirado no que há de mais perfeito: A Natureza!


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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Veículo Leve Sobre Trilhos no Rio tem sistema de alimentação mais moderno do mundo.

 
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que circulará no Centro e na Região Portuária, ligará toda a área por seis linhas e 46 pontos (42 paradas e quatro estações), em 28 Km de vias
 

O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que circulará no Centro e na Região Portuária, ligará toda a área por seis linhas e 46 pontos (42 paradas e quatro estações), em 28 Km de vias. O VLT fortalece o conceito de transporte público integrado e as suas estações vão se conectar com metrô, trens, barcas, teleférico, BRTs, redes de ônibus convencionais e aeroporto.
Entre as linhas estão Cinelândia, Praça Mauá, Aeroporto Santos Dumont, Central do Brasil e Barcas. A integração com outros meios de transportes vai melhorar o trânsito da região central da cidade, em planejamento voltado à redução da circulação de ônibus. As ruas da Região Portuária já começaram a ser preparadas para receber o novo tipo de transporte.
A distância média entre as estações será de 400 metros. Cada uma das 32 composições comporta aproximadamente 400 passageiros, e o tempo máximo de espera entre um trem e outro vai variar de 2,5 a 10 minutos, de acordo com a linha.
 

 
Linhas previstas (confira os mapas)
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No Brasil, não há nada parecido com o futuro VLT do Rio. Mesmo no mundo, o modelo é inédito. Os trens não têm fios superiores em rede aérea e são alimentados por duas fontes de energia. Haverá um terceiro trilho energizado em alguns trechos e nas paradas. A cada frenagem, também há geração de energia - que será armazenada por um equipamento chamado supercapacitor. Essas tecnologias já são utilizadas no mundo, mas somente em separado. O que ainda não existe é a combinação desses dois sistemas, conferindo segurança e economia.
O projeto contempla acessibilidade aos portadores de deficiência física em todos os vagões e exige a instalação de ar-condicionado.

Bilhete único carioca
Os bilhetes permitirão a integração desse modal às politicas de tarifação e integração vigentes no Estado e no Município do Rio de Janeiro. A integração via Bilhete Único Carioca esta prevista no Decreto Municipal 37.181, de 20 de maio de 2013.
 
Custo e operação
A previsão é de que as seis linhas estejam em operação até 2016. A implantação do novo meio de transporte tem custo avaliado em R$ 1,167 bilhão, sendo R$ 535 milhões financiados por recursos federais, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, e R$ 632 milhões viabilizados por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

Trens
O projeto prevê a entrega e operação de 32 trens de 3,82 metros de altura, 44 metros de comprimento por 2,40 metros ou 2,65 metros de largura, com capacidade para 400 passageiros, a uma taxa de ocupação de 6 passageiros por metro quadrado.
Os trens serão bidirecionais e compostos, cada um, por 7 módulos articulados. Cada VLT é equipado com 8 portas por lateral. O piso fica à altura de 33 centímetros do solo nos acessos desde o exterior e a 36 centímetros do solo no interior do veículo todo.

Paradas
Em 28 km de vias, o VLT contará com 46 pontos, sendo 42 paradas simples e quatro estações maiores, em locais de grande circulação de pessoas (Estação Vila de Mídia -próximo à rodoviária-, Estação Central, Estação Barcas e Estação Santos Dumont).
As paradas serão estruturas simples, abertas e arquitetonicamente compatíveis com o ambiente. Sua localização, determinada por estudos que contemplarão densidade, segurança e integração com outros modais. Vão privilegiar a comodidade e a facilidade no embarque e desembarque dos usuários. Com zonas cobertas, em área dimensionada levando-se em conta a demanda de usuários de cada local, poderá ter bancos ou outros elementos que propiciem a idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais comodidade durante a espera.
 
<==Vídeo sobre o VLT


http://www.imovelsa.net/anuncio.php?id=351&Empreendimento=Assembléia One
 
Rua da Assembléia. Um lugar para construir a sua história.
Em um dos melhores pontos do Centro da Cidade, próximo do Metrô, das barcas e das Avenidas Rio Branco e Presidente Vargas, vai ser construído o Assembléia One, um empreendimento com arquitetura moderna e diferenciada que vai envelhecer os prédios da região.

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

País financiou 500 mil imóveis em 2013

Cerca de meio milhão de imóveis foram financiados, em 2013, com recursos atrelados à movimentação financeira do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Foi um recorde do crédito imobiliário, com aplicação R$ 109,2 bilhões, 32% acima do montante alcançado em 2012. No ano anterior, o volume tinha crescido 3,6% com R$ 82,8 bilhões.
A maioria dos desembolsos, R$ 76,9 bilhões, destinou-se à compra da casa própria, cuja demanda aumentou 41%. 

Um terço do total (R$ 32,2 bilhões) refere-se ao custeio de construção de imóveis, valor 15% maior do que no ano anterior. O número de unidades financiadas no período de janeiro a dezembro de 2013 cresceu 17%, somando 529,8 mil ante 453,2 mil, em 2012.
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Só em dezembro, houve expansão dos desembolsos de 7%, com a liberação de crédito para 50,9 mil imóveis. A oferta está diretamente ligada à captação líquida das cadernetas de poupança, que também atingiu o maior volume histórico (R$ 54,3 bilhões), 46% a mais do que em 2012, elevando em 20% o saldo para R$ 467 bilhões.
Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que projeta para 2014 alta entre 15% e 20% nos desembolsos.
O presidente da Abecip, Octávio de Lazari Júnior, atribuiu o desempenho à manutenção do emprego e da renda associada à queda na inadimplência e à oferta de crédito com juros mais baixos em relação às demais modalidades de empréstimos. Fonte: O Globo Online 



O Pontal Oceânico está nascendo e uma nova fase da sua vida começa aqui.
         Luar do Pontal é o primeiro empreendimento lançado no Pontal Oceânico. É único com um novo conceito no novo bairro, completo, que em pouco tempo será tão bom quanto a Barra e o Recreio. Perto das praias mais lindas do Rio de Janeiro, do Recreio Shopping, supermercados, bancos, bons restaurantes e outros serviços.
Pontal Oceânico é um bairro que vai mudar a cara do Rio.
Não perca esta oportunidade de fazer parte da evolução da Cidade.



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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Bancos não elevam juros imobiliários

Os grandes bancos estão reduzindo as taxas de juros em pelo menos uma área de atuação, no crédito para casa própria, mesmo às custas da margem da operação. 

A tendência mostra a força da competição no setor, prioridade das instituições financeiras. Em um período cm que a taxa básica de juros saiu de 7,25% em abril de 2013 para 10,5% em janeiro de 2014, Banco do Brasil, Bradesco e Santander reduziram a taxa média cobrada no crédito imobiliário. A Caixa e o Itaú Unibanco elevaram o custo para o tomador, mas em proporção menor que o aumento da Selic, segundo dados do Banco Central. Em 2013, o crédito imobiliário cresceu mais que o dobro do que esperava a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, e muito acima das demais modalidades de empréstimo à pessoa física.



No ano passado, foram desembolsados RS 109;2 bilhões em financiamentos imobiliários com recursos da poupança, volume recorde desde o inicio do Plano Real. Na comparação com 2012, cresceu 32%. Página Cl0 Crédito imobiliário ignora alta da Selic Felipe Marques De San Paulo Os grandes bancos estão poupando o tomador de um aumento de juros no crédito para casa própria, mesmo às custas da margem da operação.
Longe de ser um gesto de caridade, mostra a força da competição na linha, prioridade no portfólio das instituições financeiras. Em um período em que a taxa básica de juros saiu de 7,25% em abril de 2013 para 10,5% ao ano em janeiro de 2014, Banco do Brasil, Bradesco e Santander reduziram a taxa média cobrada no crédito imobiliário.

Já Caixa Econômica  e o Itaú Unibanco a elevaram em proporção menor que o aumento da Selic. Os dados são do site do Banco Central. No Bradesco, a taxa em dezembro de 2012 era de 9,37% ao ano, e caiu para 8,52%. No Santander foi de 8,69% para 8,43%. E no BB, de 7,89% para 7%.
No crédito imobiliário, pode até ser que os bancos tenham deixado de repassar ao tomador um eventual aumento do custo de captação, afirma Octavio de Lazari, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em evento realizado ontem.
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“Mas o spread dessa operação sempre é muito baixo e seu resultado está muito mais ligado à capacidade de construir um relacionamento com cliente, para venda cruzada de outros produtos”, diz. Lazari pondera que, embora a operação tenha baixa inadimplência, o empréstimo imobiliário tem um alto custo de originação da operação. Afirma também que vê pouco espaço para outros aumentos nas taxas dessas operações ao longo de 2014. “A concorrência pelo produto segue muito acirrada”, diz. A projeção da associação é que os desembolsos de crédito imobiliário com recursos da poupança cresçam 15% em 2014. Em 20131 o crédito imobiliário avançou mais que o dobro do que esperava a Abecip, bem acima das demais linhas de empréstimo para pessoa (bica. No ano passado, foram desembolsados RS 1092 bilhões em financiamentos imobiliários com recursos da poupança, volume recorde na modalidade desde o início do Mano Real. Na comparação com 2012, o volume cresceu 32%, longe da projeção inicial de 15%.
Em 2012, a expansão havia sido de apenas 3,6%. As construtoras desaguaram em 2013 muito dos imóveis e projetos que foram represados em 2012, o que não deve se repetir neste ano”, afirma Wait. Para ele, com menos lançamentos sendo entregues em 2014, a pessoa física não deve crescer de forma tão acentuada neste ano.
Em 2013, foram desembolsados RS 76,9 bilhões em crédito para aquisição de imóveis, um avanço de 41% ante o ano anterior. Em 2012.
O crescimento foi de 22%. já os recursos destinados à construção somaram RS 322 milhões, com avanço de 15%, depois de fechar 2012 em queda de 20%. “As incorporadoras voltaram a buscar crédito”, diz o executivo. Fonte: Valor Econômico 



                 Alphaville é o endereço que virou símbolo  de qualidade de vida em todo Brasil.
Ao lado de Alphaville Barra da Tijuca estáAlphaland, Aqui sua família está bem protegida, bem servida e seus filhos podem crescer com liberdade, construindo uma vida feita de momentos deliciosos à beira da Lagoa de Jacarepaguá.

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